Caulus Ponte Negra


21/02/2008


DE VOLTA

 

Gente, eu estou voltando, devagarzinho, mas estou voltando. E para melhor caracterizar essa minha volta, gostaria de deixar registrado essas sete (7) adoráveis pessoas (não que as demais não sejam adoráveis - mas essas me visitaram e, nesse meu último texto, fizeram mais de um comentário: 2, 3 e até 6) levantam qualquer astral. Obrigado CRIS, pelo último comentário aqui registrado. Obrigado a todos vocês. Aos sete, porém, (clicar nas palavras destacadas) uma homenagem especial. 

 

 

. Como essa menina é doce e carinhosa: um anjo. Beijos querida.

. Esse anjo doce é minha poeta preferida, amo você.

. Um blog sensacional, para ninguém botar defeito, o dessa amiga do  bologueiro nota dez, o TERTU.

. Grande mestre, grande advogado, não cobra pra me defender e vive reclamando a minha volta. Belos e ricos textos.

. Essa mulher dispensa comentários. Tem uma pernonalidade incrível. 

. Como eu, esse paranaense, é fã de Mercedes Sosa e grande defensor das coisas certas.

. Esse porreta foi o que mais me visitou e até me mandou selinhos. É o "primo" da Tereza e um blogueiro dos melhores.

 

A vocês e aos demais o meu grande e sincero obrigado. Aguardem-me.

 

....

 

 

Escrito por caulus ponte negra às 11h15
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

25/01/2008


Recebi este selo do Pedro Freire

 

 

Vou repassá-lo para a CRIS  

 

www.precisotantoaproveitarvoce.zip.net

 

 

.....

 

Alucinação

 

 

Olho o teto

Bolas coloridas

Descem

Em minha direção

Tento abraçá-las

E elas se vão

É

Alucinação!

 

Caulus Ponte Negra

 

....

Escrito por caulus ponte negra às 11h12
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

21/01/2008


Bom dia pessoal!

Estou dando o ar da graça...

 

 

Batmacumba

 

batmacumbaiéié batmacumbaobá

batmacumbaiéié batmacumbao

batmacumbaiéié batmacumba

batmacumbaiéié batmacum

batmacumbaiéié batman

batmacumbaiéié bat

batmacumbaiéié ba

batmacumbaié

batmacumba

batmacum

batman

bat

bat

batman

batmacum

batmacumba

batmacumbaié

batmacumbaiéié ba

batmacumbaiéié bat

batmacumbaiéié batman

batmacumbaiéié batmacum

batmacumbaiéié batmacumba

batmacumbaiéié batmacumbao

batmacumbaiéié batmacumbaobá

 

 

Parceria de Gil e Caetano, “Batmacumba”, fusão da poesia concreta e a deglutinação artística segundo Oswald de Andrade, foi lançada no disco “Tropicália”.

A palavra “macumba” é bastante conhecida. Vejamos outras: “Bá”, exatamente no meio do poema, significa “pai de santo”. ”Obá”, final da primeira e da última linha, ministro de Xangô. “Baobá” árvore sagrada. “Bat” fusão letra/música acompanhada pelas batidas dos tambores.

Temos ainda a alusão à influência da cultura americana de massa com o herói “Batman”, e com o termo “ié-ié” que designa a música pop internacional dos anos 60.

Professores das áreas de língua portuguesa e Literatura Brasileira deveriam se atentar para essas riquezas e esbanjá-las em salas.

 

Caulus`Ponte Negra

Escrito por caulus ponte negra às 00h46
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

03/01/2008


Oi Pessoal

 

Estou passando rapidamente por aqui para dizer que não esqueço todos vocês. Que, de coração, desejei um Feliz Natal para todos e um 2008 como o ano das nossas conquistas. Tenho, nessas minhas rápidas passadas, lido todos os meus blogueamigos (Neologismo criado pelo Balestra) embora não tenha feito comentários. Se fizesse teria que fazer a todos. Agradeço às manifestações de carinho e preocupações comigo, manifestadas em muitos comentários, alguns até com elogios ao meu blog desatualizado. Imaginem que ganhei até selo de blog recomendável... rsrsrsrs... Ainda esta semana me livro um pouco e deixo alguma coisa aqui registrada. Um grande beijo a todos vocês.

 

Caulus Ponte Negra

Escrito por caulus ponte negra às 18h21
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

10/12/2007


Salvo por Clarice

 




          Mexi em ninho de passarinho quando criança. Só pode. Minhas estratégias não têm dado lá muito certo. Um Deus a meu favor e cem demos contra mim. Estou balançando numa gangorra de parafusos soltos. Lá embaixo um bando de otários, ignotos e incompetentes (energúmenos mentecaptos!) subindo ao podium do triunfo. Ao sucesso: cognome caixa dois. E eu? Cá de cima, com toda essa minha sabedoria nata, apoteótica, gloriosa (ao menos deveria!), vou descendo – sem pára-quedas – rumo ao abismo, ao caos do esquecimento. Titanic me aguarde! Cegos narrarão a história. Escreverão, em braile, tudo o que não viram.

         Antes do naufrágio, vou parar e dar-me a leitura. Qualquer coisa empoeirada ali na estante. Oba! Faz tempo que não nos encontramos. Eu e Clarice. Clarice Lispector. Ou seria Linspector? O que importa? Clarice era jornalista e, para mim, a maior escritora brasileira, embora tenha nascido em Tchetchelnik, na Ucrânia. Foi no Brasil que ela se fez. No Brasil que ela tanto amou e adotou como a sua pátria. Clarice morreu em dezembro de 1977, um dia antes de completar 57 anos.

          “Meu Deus, me dê a coragem de viver trezentos e sessenta e cinco dias e noites, todos vazios de Tua presença. Me dê a coragem de considerar esse vazio como uma plenitude. Faça com que eu seja a Tua amante humilde, entrelaçada a Ti em êxtase. Faça com que eu possa falar com este vazio tremendo e receber como resposta o amor materno que nutre e embala. Faça com que eu tenha a coragem de Te amar, sem odiar as Tuas ofensas à minha alma e ao meu corpo. Faça com que a solidão não me destrua. Faça com que minha solidão me sirva de companhia. Faça com que eu tenha a coragem de me enfrentar. Faça com que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo. Receba em teus braços o meu pecado de pensar”.

        Grande Clarice. Se viva, estaria, coincidentemente, nessa data em que escrevo, 10 de dezembro, completando 87 anos.  Retorno-me ao micro. Entregar-me por quê? Em pouco tempo passa-se o tempo. Em instantes, assim como Clarice, estaremos todos mortos. Enquanto em mim existir a vida, quero vivê-la intensamente, mesmo que por apenas cento e quarenta e sete anos, com ou sem conta bancária.

          Fugiram-se os demônios. Apertaram-se os parafusos da gangorra. Agora, e daqui para frente, estarei sempre subindo. A subida é minha vocação e meu destino. Ainda mais tendo Deus ao meu lado e em meu coração. E ele tem sempre dado-me a coragem pra seguir nesta jornada. Este bom Deus de Clarice e de todos os cristãos do mundo.

 

Caulus Ponte Negra

Escrito por caulus ponte negra às 19h37
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

07/12/2007


Viva eu! Viva tu! Viva o rabo do tatu!

 

  

Cabra cega. Essa era uma, entre tantas outras, das distantes brincadeiras da gurizada da minha rua que quando o sol se punha, avivava-se para um repertório de inocentes cantigas de rodas e desejos não tão inocentes assim.

Na brincadeira do passa anel, meninos e meninas ocultavam uns pelos outros o desejo de ser castigado. De ter de pagar com o castigo de um tímido beijo: paixão segredada! ...Por isso, dona Chica, faz favor de entrar na roda... Nada contra as opções sexuais nos dias de hoje, também naqueles idos dias, opções estranhas existiam, de forma pacata, mas existiam.

Quem chegar por último é mulher do padre e ninguém queria sê-lo. Entre os da minha tribo, os guris eram machos e as gurias eram fêmeas e as paixões eram tidas entre os diferentes e apenas a amizade, e o amor em sua essência, entre os iguais.

Não é preconceito, mesmo porque eu não o tenho, era, são e serão conceitos preestabelecidos em regras que foram criadas por alguém para serem perpetuadas pelos demais. 

...Diga um verso bem bonito, diga adeus e vai embora.

Dos galhos podados das árvores resultavam pequenas cavernas, para onde nos metíamos para meditações sobre o nada.

Naqueles dias a inveja, o ódio e até mesmo a raiva eram sentimentos neutralizados pela alegria. O anel que tu me destes era vidro e se quebrou...

Com o advento da internet, do mundo ponto com, as coisas já haviam mudado. A TV e o sofá já haviam feito da sala a extensão da rua e o brilho da lua e das estrelas tornaram-se opacos.

Numa atitude insana, nos enveredamos por atalhos rumo à lei do menor esforço e ao colesterol.

Hoje não queremos mais saber com quem está o anel, do passa boi passa boiada..., da ciranda cirandinha, do dá um tapa na bunda e vai esconder, nem com quem está a feda. Hoje a onda é outra. É surf my brother! E ninguém é obrigado a pagar mico. Viva eu, viva tu. Viva o rabo do tatu.

É. Hoje os dias são outros, porém a corrida continua e quem chegar por último continuará sendo a mulher do padre. Céus, como era inocente a inocência de meus dias.

 

Caulus Ponte Negra

 

Escrito por caulus ponte negra às 18h33
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

05/12/2007


Eu e seu gigolô

Quando, após o banho,
ainda molhada,
ela atravessa a sala
no sofá, num louco esforço,
eu me molho e me contorço,
imbuído de um desejo louco
de ser aquela toalha

Então corro ao banheiro
para manipular louca paixão.
É quando o sabonete,
o seu maldito gigolô,
ainda suado, vem e me pede
para que eu lhe estenda a mão

Caulus Ponte Negra

...

Escrito por caulus ponte negra às 02h07
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

02/12/2007


Recebi um MEME do meu amigo Sergio Ricardo Ferreira, lá do Paraná e, em nome de todos os meus amigos blogueiros, repasso ao Vanderson Freizer http://vandersonfreizer.zip.net e aos demais colaboradores do seu blog.

Escrito por caulus ponte negra às 19h27
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Pirces e tatuagens



Pirce no umbigo


Tatuagem no ombro esquerdo


Anéis por todos os dedos



Pirce nas sobrancelhas


Tatuagem no pescoço


Abaixo das orelhas



Pirce na língua


Tatuagem um pouco acima


Do lugar que me fascina



Caulus Ponte Negra



...

Escrito por caulus ponte negra às 13h55
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

29/11/2007


 Revirando arquivos, encontrei esse texto escrito no carnaval de 2005

 

Pequenos gestos

  

Do outro lado da rua e dentro do meu coração, mora um menino que adora música clássica e detesta bombinhas de são João.

O menino não tem nome. Chamam-no de um certo “fulano de tal” que em noites de dias quentes e lua clara, fica pelas esquinas e praças, assobiando para as prostitutas, dirigindo olhares ressabiados para as ninfetas de bom tamanho, atirando elogios às balzaquianas de saias justas e mandando beijos para os travestidos de machões da sociedade decadente.

Mas quando o inverno se aproxima, em suas noites de dias frios e luar às escondidas, o menino se envolve num velho cobertor, herança do avô, e fica mexendo os joelhos, pra disfarçar o que se passa, enquanto sonha com Greta Garbo.

O menino, como eu disse, não tem nome. Identifiquei-me com ele devido ao paralelo de nossos destinos. Ambos somos órfãos e, ainda em comum, levamos na bagagem restos do passado e muito de sonhos e esperanças no futuro.

Ontem, vestiu a fantasia e foi pra avenida. Chegou na avenida e foi pro samba. Sambou, sambou, sambou... Sambou o quanto quis.

Não sei a idade exata desse bom menino. Presume-se uma boa idade dentro do tempo. As linhas geográficas registradas em seu rosto apontam para mais de setenta, talvez setenta e cinco. E foi ele que, no vigor dessa juventude realizada, disse-me em certa ocasião: “É preciso apoderar-se da rosa, embeber-se de seu perfume, para saber diferenciá-la das outras flores”.

Passamos indiferentes pela vida e, muitas vezes, julgamo-nos incapazes de grandes feitos, quando a felicidade, a verdadeira felicidade, não consiste em sermos os maestros da intelectualidade ou do poder aquisitivo, mas em sabermos nos doar ás pequenas coisas, pois são as pequenas coisas, os pequenos gestos, que edificam a grandiosidade da existência, da existência de cada um.

 

Caulus Ponte Negra

 

 

....

Escrito por caulus ponte negra às 20h20
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

27/11/2007


Para a minha mais nova blogueira linkada www.bruxinha3.zip.net , mais quatro



POETRIX




Iniciação



Apenas amor


E desejos na cabeça:


Delírios de ninfeta




Orgasmo



Na cama, nossos corpos


Unidos, entrelaçados


Deuses apaixonados




Zênite



Provou do fruto


E se fez


Absoluto




Desavença



Foda-se! Disse-lhe ela


Foda-se você! Ele disse


Ninguém desdisse: dormiram



Caulus Ponte Negra



...





Republicamos selo da campanha pelo fim da violência contra as mulheres.



Do blog: www.vandersonfreizer.zip.net

Escrito por caulus ponte negra às 15h33
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

26/11/2007


Coisas que só o tempo registra

 

          Tempo vai passando e as coisas vão se repetindo. Um trem vai deixando de ser aquele velho trem e um outro trem vem surgindo e pedindo passagem para atravessar o pantanal, viver as aventuras do novo, tornar-se velho e... idem àquilo que o leitor já leu para que eu economize espaço e não torne esse nosso papo tão chato, de ter que ficar explicando essa metamorfose natural que, com o tempo, vai rabiscando as nossas faces.

          Passaporte para a eternidade. Costumam dizer os soldados da fé, enquanto, na realidade, ao adquirirmos e ver acentuando as tais linhas geográficas, fotografias da geografia cronológica, também caímos na realidade. Percebemos que nada, e ninguém, é eterno, que nenhum de nós ficaremos para semente, mas poderemos, em vida, ser e plantar diversas sementes que serão germinadas e os frutos serão colhidos por outros que virão depois.

          E nós? Nós ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais, mergulhados na canção do Belchior.

          Dizem que com o tempo o gosto passa. Mentira. Com o tempo simplesmente mudamos de gosto, de preferência, descobrimos que jabuticaba não tem asas e que durante o tempo todo comemos besouros. Essa é a realidade. Os conceitos vão sendo adormecidos e nós, que durante uma quase eternidade, vivemos cheios de sonhos e esperanças, passamos a ser agentes da estagnação, depois de nos darmos conta de que a vida é uma estação relâmpago.

          Amigo meu, jornalista lá de Sampa, nesses últimos dias, vive me ligando sem motivo algum que justifique o ato de ligar. Estou ligando só pra saber como você está (coincidentemente tem uma canção que diz a mesma coisa). Não fosse aquela inconfundível voz, aquela voz do publicitário e jornalista, como eu, que comigo dividiu muito pão com manteiga na chapa em velhos tempos de república, eu até diria que meu grande amigo perdera a originalidade. Aquela originalidade que todos nós da República de Santo Mé, costumávamos, ou melhor, sempre mantivemos. Cruzes! Estou ficando velho e cada vez mais prolixo.

 

Caulus Ponte Negra

 

...

Escrito por caulus ponte negra às 13h19
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

24/11/2007


Neste Sábado de ressaca, deixo pra vocês esse texto "Só de Sacanagem" na brilhante interpretação de Ana Carolina.

Beijos a todos e pro garoto aqui: CAMA que ele merece.


Escrito por caulus ponte negra às 04h55
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

23/11/2007


Ficar, verbo transitivo

 

          Vou dar meu e-mail para quem quiser contestar: cauluspontenegra@bol.com.br, ou neste blog (em comentários), “Amar, verbo intransitivo”, novela de Mário de Andrade, escrita nos idos de muitos anos idos – primeiras décadas do século passado. Dois pontos. Todos nós, eu e vocês, leitores, somos do século passado!

          É chique e é dos moços e moças, jovens dos dias de hoje, um tal “ficar”. Eu fiquei, eu vou ficar, nós ficamos, eles ficam, ficaram, enfim, ficar é o verbo mais conjugado por essa geração antigramatical. No meu tempo, que não faz tanto tempo assim, também nós costumávamos ficar. E ficávamos numa boa. Todavia, esse linguajar em seu verdadeiro sentido, ou melhor, em seu sentido que eu acho o mais verdadeiro, era sigilosa e combinadamente ocultado para que os mais velhos não nos repreendessem com a ignorância nata de cada época.

          Na novela de Mário, o enredo é a relação mantida entre um pequeno riquinho e a sua governanta. O Primeiro, como todos os meninos ricos, é carente. (à guisa de esclarecimento: filho de pobre é necessitado, não carente!) Carente de afeto, carente de amor. A segunda, a governanta, estava na “casa grande” para cumprir o seu papel de governanta e educar (encaminhar) o pequeno para a vida. Porém, e este porém mesmo que se não tivesse o acento gráfico teria que ser acentuado em face de sua tonicidade e significância, eis que surge o amor em sua real essência e o verbo amar, transitivo nos léxicos brasileiros, é transgredido pela lei da natureza, codificado, sintetizado, finalizado e mortificado no código da paixão, passando-se, assim, a intransitivo.

          No caso do verbo ficar, com seus diversos significados, dentre os quais permanecer que se trata de um verbo predicativo quase sempre e, raramente, intransitivo; convir que às vezes é um verbo regular, outras vezes impessoal, mas, em quaisquer circunstâncias, único e exclusivamente, transitivo e, mudando da lógica gramatical para a gramática dos jovens chiques de hoje em dia que não dão a mínima para a gramática dos gramáticos... Geração que bate um “gais”, que vive e mata a vida (numa boa!), ficar é transar com alguém, uma transa qualquer que seja, de abraços, de beijos, de estar saindo e ficando. Que me desculpem, mas esse não conseguirão mudar, ficar é: o mais transitivo de todos os verbos.

 

Caulus Ponte Negra

.......

Escrito por caulus ponte negra às 15h17
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

22/11/2007


Dengue - Como evitar


O melhor método para se combater a dengue é evitando a procriação do mosquito Aedes aegypti que é feita em ambientes úmidos ou em águas paradas. Quando a equipe da Fundação Nacional de Saúde- FNS passar com o "fumacê" que pulveriza inseticida, abra completamente as portas e janelas, cubra os alimentos, as gaiolas, os aquários, e os latões contendo água de beber. Outras maneiras de combater a Dengue.

Dengue: Que bicho é esse?
A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Ele é escuro, com listras brancas, menor que um pernilongo. Tem por hábito picar durante o dia e se desenvolve em água PARADA e LIMPA.


Dengue: É melhor previnir?
Não deixe acumular água em pratos de vasos de plantas e xaxins. Na hora de lavar o recipiente, passe um pano grosso ou bucha nas bordas. Substitua a água dos vasos de plantas por areia grossa umedecida.

Esvazie as garrafas sem uso. Elas devem ser guardadas de boca para baixo, de preferência em lugares cobertos.

Todo material descartável que acumula água. como copos de plástico, latas e tampinhas de garrafa, deve ser jogado no lixo.

Pneus velhos são um dos lugares preferidos do mosquito da dengue. Por isso, eles devem ser guardados em lugar coberto ou furados.

Mantenha as caixas d´água, poços, latões e filtros bem fechados.

Troque diariamente a água de bebedouros de animais. Leve bem o recipiente com uma escova ou bucha.

Mantenha limpas as calhas, lajes e piscinas.

Elimine a água acumulada em bambus, bananeiras, broméias, etc. Evite plantas que acumulem água, como gravatás, babosa, espada-de-São-Jorge, entre outras.

Dengue: Como dá para saber?
Os sintomas da dengue são febre alta, dores musculares e nas juntas, dor atrás dos olhos, fortes dores de cabeça, manchas avermelhadas na pele, fraqueza e falta de apetite. Pessoas que apresentam esses sintomas podem estar com dengue.


Dengue Hemorrágica: A mais perigosa.

A dengue hemorrágica é o tipo mais grave. Os sintomas iniciais são os mesmos da dengue comum. Só que, quando a febre acaba, começam a surgir sangramentos, a pressão cai, os lábios ficam roxos, a pessoa sente fortes dores no abdômen e uma hora fica sonolenta, outra hora agitada. A dengue hemorrágica é muito perigosa e pode levar a pessoa à morte. Por isso, todo cuidado é pouco.
Dengue: O que se deve fazer?
A primeira coisa a ser feita é consultar um médico ou procurar um posto de saúde para obter orientação médica. Quanto antes for iniciado o tratamento, melhor.
A pessoa com dengue deve ficar em repouso, beber muito líquido e só usar medicamento para aliviar as dores e a febre. MAS CUIDADO: não use remédios à base de ácido acetil salicílico (aspirina e AAS). Evite a automedicação, consulte sempre um médico.

Dengue: Depende de cada Um


Se cada um fizer a sua parte, a cidade vai acabar com a dengue. Converse com sua família, com seus vizinhos, mostre a importância de participar desta campanha.
Entre na luta contra a dengue. Colabore.

www.saudeanimal.com.br/dengue.htm
 

Escrito por caulus ponte negra às 10h03
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Perfil

Meu perfil
BRASIL, Centro-Oeste, ALTA FLORESTA, Homem

Histórico